2012.

•01/01/2012 • Deixe um comentário

Feliz Ano Novo!

Meus dois posts anteriores foram de matar, então eu decidi (tentar) colocar um pouco de “:)” nesse aqui.

2011 não foi um ano bom, mas, sinceramente, eu nem sei ao certo o que seria um “ano bom” para mim. É claro que ao longo do ano acontecem coisas boas, no entanto, parece que as ruins sempre prevalecem no final. Portanto, acredito que o meu desejo é que ocorra o contrário… que venham as coisas ruins – afinal, são inevitáveis – mas que as boas prevaleçam no final. Ponto.

Coragem, otimismo e confiança, me acompanhem em 2012! Já!

Suicide.

•23/12/2011 • Deixe um comentário

Estou triste, triste de verdade. Não é aquela tristeza passageira que eu sinto com frequência, mas uma tristeza que está cravada na minha alma e que está me atormentando há meses.

E hoje eu estou me sentindo especialmente sufocada, portanto, vou deixar meus dedos trabalharem. Ficarei satisfeita se, ao fim desse post, eu me sentir ao menos um pouquinho mais aliviada.

Não sei ao certo o que é isso que está aqui, dentro de mim, mas posso dizer que, seja lá o que for, está modificando o meu jeito de ser. Eu nunca me senti tão incrivel e absurdamente fria. É como se eu estivesse com aqueles olhos opacos de personagens de mangás traumatizados, sabe? Eu me vejo dizendo coisas meigas com uma expressão macabra. Simples assim.

O que me fazia derreter, não me derrete mais. Não sinto vontade de demonstrar meu afeto por mais ninguém, seja por meio da fala, da escrita, de um presente, o que for. Assim como também não me sinto tocada, independente do que façam por mim. Juro que se um “príncipe encantado” (leia-se “meu homem ideal”) aparecesse sob minha janela e começasse a cantarolar uma declaração de amor, eu lhe lançaria um olhar seco e o mandaria pastar. Argh. É como se eu perdesse completamente a fé na realidade. Com-ple-ta-men-te. Eu sempre soube que a ficção não é a realidade e vice-versa, mas agora é como se eu tivesse eliminado de vez essa ideia, sabe? Como se nenhum sentimento verdadeiro existisse aqui, no mundo real. As pessoas não têm salvação e ponto final.

Quando eu estou envolvida pela ficção, eu choro, acho meigo, fico nas nuvens, etc. etc. etc. Mas quando eu volto para a realidade… eu desprezo tudo o que há de fofo, meigo, nhénhénhé, blábláblá.

Não é como se eu desistisse da vida, é como se eu não esperasse mais nada dela (não seria a mesma coisa?!). Aff… eu só queria que alguém me salvasse de mim mesma, que alguém me mostrasse um resquício de esperança! Eu não consigo mais, eu tento, procuro, mas não encontro. Aliás, o que eu estou procurando? O que eu espero que aconteça? O que eu posso fazer por mim mesma? Não sei. Eu simplesmente vou virando as páginas da minha vida como se fosse uma pessoa normal, e, para quem olha de fora, é, eu pareço uma pessoa normal. Segui todos os passos, da infância até a juventude, de maneira impecável. Mas e aí? Ainda falta alguma coisa. Parece sempre faltar. Será que sempre vai faltar? É essa dúvida que me consome, me assusta, me mata aos pouquinhos.

Eu queria tanto entrar em 2012 com o peito cheio de esperanças, mas – mais uma vez – eu estou com medo. Um medo absurdo de ser mais um ano ruim. Eu não quero ser negativa assim, não quero, ah, como eu ando tentando ser positiva! Juro que nos últimos meses não deixei a negação me consumir, eu a chutava assim que ela me espreitava, mas agora eu tô tão cansada… tão cansada… que vou deixar ela tomar conta de mim, ou melhor, já deixei.

A verdade é que no ano que vem eu vou precisar de MUITA motivação e pensamento positivo. Mas será que eu vou dar conta? Onde eu vou encontrar a força de que eu preciso? PQP, as pessoas estão esperando tanto de mim… eu quero tanto ser independente! Não aguento mais me sentir inferior ao meu irmão, aos meus primos… à tantas pessoas que são mais inteligentes e interessantes do que eu. Estou cansada de ser a única que parece não ter nada. Nenhuma ambição, nenhum amigo, nenhum namorado… NADA. Tudo muda, menos eu. Será que eu não posso surpreender os outros um pouquinho? Será que eu não posso ser envolvida por elogios sinceros? Só um pouquinho!

Estou desesperada para que as coisas mudem… desesperada!

O pior é que eu sinto que estou virando uma pessoa ruim. É horrível se achar inferior, você começa a nutrir os piores sentimentos do mundo dentro de você. Eu não quero isso para mim. Não quero!

O que eu faço? O que eu faço?



♪ the GazettE – RED
– Lasher – Anne Rice / A Estrela Mais Brilhante do Céu – Marian Keyes
♥ Desespero².

December…

•02/12/2011 • Deixe um comentário

Não sinto mais vontade de postar. Nenhumazinha. Às vezes, quando estou chateada com alguma coisa, até passa pela minha cabeça dar uma passadinha aqui e desabafar, mas… logo desisto. Preguiça, desânimo.

Sei lá, pra quê ficar remoendo as minhas dores?! Cansei. Também não sinto vontade de falar do que eu gosto ou do que me interessa. Perdi a paciência com as palavras. Esse post, por exemplo, está custando a sair. Eu paro, penso, escrevo, apago, suspiro, escrevo, apago de novo… ai, que vontade de desistir.

Eu gostava de escrever… ah, mas eu gostava de tantas coisas. A gente cansa. Não há o que fazer. Acho que eu só não canso de fugir da realidade. Sempre, SEMPRE agarrada aos meus livros, mangás e animes. Desejando que alguma dessas histórias que eu leio/vejo fosse a minha.

O ano está acabando e eu o termino com um único sentimento: medo. Medo de não alcançar as minhas metas. Medo de me decepcionar e decepcionar aqueles que olham por mim. Medo de nunca encontrar ninguém, não… pavor de nunca encontrar ninguém! Até quando vou me sentir tão sozinha? Por favor, que não seja para sempre. Por favor!

Ei, se você está destinado a me encontrar, apareça logo. Já estou cansada de esperar.

Momento de desespero. Quero gritar.

Yaoi vai me dar a dose de motivação que eu preciso.

Se eu não voltar, que 2012 seja o fim de tudo… de tudo que está aqui, dentro de mim.



♪ the GazettE – UNTITLED
– Lasher – Anne Rice
Desespero.

Bibliotecária!

•29/09/2011 • Deixe um comentário

Profissão? Bibliotecária, obrigada. (:

Como eu disse, minha colação foi na terça-feira, dia 27 de setembro. Foi muito bom rever as minhas colegas de curso. Não as via desde o começo do ano, já que estávamos todas nos descabelando por conta da monografia. :~ A cerimônia foi simples, mas fofa. (: Senti falta de algumas pessoas que não puderam comparecer e de outras que sequer me parabenizaram por essa conquista, mas ok. Faz parte, né? Acho que as coisas estão cada vez mais estranhas e só me resta acostumar com isso.

Eu li uma frase que resume muito a minha situação atual:

Crie laços com as pessoas que lhe fazem bem, que lhe parecem verdadeiras. Desfaça os nós que lhe prendem àquelas que foram significativas na sua vida, mas, infelizmente, por vontade própria, deixaram de ser.
Nó aperta, laço enfeita, simples assim.

E acho que a vida segue assim. (:

Enfim, voltando ao assunto principal. Agora que estou oficialmente formada, comecei a me preparar para os concursos. Já fiz o meu horário de estudo e separei livros e apostilas. O meu cursinho começa no dia 13 de outubro, e, sim, agora é certeza! Sei que vou precisar me dedicar muito, afinal, não é fácil. Aliás, isso me faz lembrar da época do vestibular e, PQP, foi o momento de maior tensão da minha vida. Eu nunca soube lidar com disputas e essas coisas, mas eu vou me esforçar!

Eu ando muito apegada à ficção ultimamente, viu. Animes, mangás, livros… às vezes isso acaba me deixando depressiva. Por que a minha vida não pode ser uma um mangá shoujo?! POR QUÊ?! Onde estão os homens fofos e perfeitos?! ONDE?! Sabe, eu vivo criando situações mentais para mim mesma. Uma vez eu estava voltando da academia e havia um caminhão de mudança em frente ao meu prédio, daí eu comecei a sonhar: “Ok, assim que eu passar na frente do caminhão, vou me esbarrar com um cara super lindo/fofo e aí vou descobrir que ele não é um humano comum…” Qual o problema comigo?! Preciso cair na real! Às vezes eu fico pensando se eu já não me estraguei demais, viu. Ainda que eu queira me enquadrar novamente no mundo real, não posso negar que o mundo da ficção é muito mais convidativo e fácil de lidar, uhn. Mas nem sempre o fácil é o certo, né? Viver na fantasia não vai me fazer bem nenhum. E se eu não agir agora, mais tarde eu vou me arrepender amargamente, eu sei disso. Então só me resta engolir as canalhices da raça humana e dar uma chance para a vida, né?

No entanto, eu nunca vou largar a ficção, tá? Ela me faz MUITO mais feliz. (: Só preciso aprender a separar as coisas e pronto. Assim sendo, deixa eu falar da minha nova paixão. Eu leio vários mangás ao mesmo tempo, mas sempre tem um que se destaca no momento, sabe? E dessa vez é Dengeki Daisy! Um shoujo muito hilário de Kyousuke Motomi. Pensa em uma história que te faz derreter de amor e, ao mesmo tempo, te faz rir feito louca! Nossa, a-do-ro! E eu estou completamente apaixonada pelo Kurosaki-kun (Daisy)! Ele é meu, meu e meu! Quero um desses na minha vid… ok, já voltei pra realidade, já voltei, tô aqui! Ai, ai… mas que é de matar de inveja, é, viu, Teru-chan?!

Mamys está implicando tanto comigo ultimamente, PQP. Não tem UM DIA que eu não acordo sem ouvir gritos! E isso me deixa com um p* humor de manhã, viu? Eu e minha mãe temos fases: às vezes nos damos super bem juntas, outras… sai pra lá! -.-

Eu terminei de ler o livro da Sophie Kinsella no dia do post anterior. Os livros das minhas autoras favoritas não duram nada na minha mão mesmo. lol Enfim, agora eu preciso pensar em qual livro eu começo a ler… estou louca para pegar As Crônicas do Gelo e Fogo, mas também tem os últimos da Anne Rice que ganhei da minha tia. Sem falar que eu preciso ler os livros de Biblioteconomia! Hum… hoje eu me decido! (:

Ah, eu deletei o post com a foto do curso que eu fiz. :~ Sei lá, não curto muito colocar fotos minhas aqui. ;P



♪ Cyndi Lauper – Time after time
*Decidindo qual o próximo livro que vai ler.*
♥ Avoada.

Quick Press?!

•22/09/2011 • Deixe um comentário

O WordPress está tão diferente, cheio de novas funcionalidades, inclusive um “quick post” que estou testando agora. D: Estou querendo postar desde o ínicio da semana, mas só ía adiando… Afinal, o que eu ía falar aqui? Não queria falar sobre as duas semanas que eu passei no hospital. Também não queria falar sobre o fato da minha prima, a única pessoa com quem eu saia frequentemente, ter ido passar seis meses em Portugal. E muito menos mencionar o quanto ando me sentindo sozinha e completamente abandonada pelas poucas pessoas que eu gosto. É horrível você navegar por aí e ver que a pessoa entrou, falou com outras pessoas, mas não se deu ao trabalho de falar com você. Enfim… minha vida é uma coisa chata de se acompanhar, mas eu estou me esforçando para gostar dela e adequá-la aos meus propósitos. Minha formatura é agora, na próxima semana, e não sei muito bem como me sentir… só sei que vou precisar me esforçar mais ainda daqui pra frente! Fora isso, ando presa às minhas paixões de sempre: animes, mangás, livros, filmes… A maioria dos animes da temporada passada já acabaram, vou sentir falta de muitos, mas também estou ansiosa pela nova temporada que começa agora, em outubro. Quanto aos livros: faz tempo que já li “1808″, passei pela série “Diários de Vampiro” – fraquinha ;P – e agora estou lendo o novo lançamento da Sophie Kinsella – “Mini Becky Bloom: tal mãe, tal filha” – e já estou no final… aliás, vou acabá-lo agora. Fui.




♪ …
– Mini Becky Bloom: tal mãe, tal filha – Sophie Kinsella
♥ Triste.

 
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